O Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), gerenciado pela Pró Saúde - Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, implantou o protocolo de acolhimento com classificação de risco na emergência, assim como o método Kan Ban, utilizados para controlar o tempo de permanência e de atendimento dos pacientes e gerenciar a rotatividade de leitos no pronto-socorro. Referência estadual no atendimento às urgências e emergências de pacientes queimados e com trauma de média e alta complexidade, a equipe do HMUE foi capacitada pelo Grupo Brasileiro de Classificação de Risco.
Essas são algumas ações estratégicas que fazem parte do SOS Emergências, do Ministério da Saúde, do qual o HMUE participa, prevendo melhorias na área da urgência e emergência. A Classificação de Risco foi implantada em fevereiro e prioriza o atendimento de acordo com as condições clínicas do paciente. Ao chegar ao hospital, o paciente é encaminhado para acolhimento e classificação, onde será submetido à triagem de suas condições clínicas, realizada por equipe multiprofissional devidamente qualificada para dar o encaminhamento necessário de acordo com a gravidade dos casos.
O acolhimento com classificação é realizado através da utilização de pulseiras dispostas em cinco cores: a vermelha indica a necessidade de atendimento imediato; amarelo, atendimento relativamente rápido; verde, paciente que necessita de observação para definição do diagnóstico e azul, para casos mais simples, que poderiam ser atendidos em outras unidades de saúde.
O diretor geral do HMUE, Paul Czrnhak, explica que o método da Classificação de Risco em hospitais de urgência e emergência é a forma mais justa de prestar assistência ao paciente, pois dá-se de acordo com a gravidade do paciente. “Além de qualificar o atendimento por equipes multiprofissionais de saúde e permitir um acolhimento integral dessas equipes já no primeiro contato com o paciente, garante a humanização”, finaliza.
A diretora de Enfermagem, Sandra Miziara explica, ainda, que foi adotado também o método Kan Ban, para controlar o tempo do paciente na urgência. “Os pacientes acompanham o tempo de permanência e de atendimento por meio de uma televisão”, conclui. (Agência Pará)

