A política de vigilância dos Estados Unidos foi motivo para uma união de peso no mundo da tecnologia. Empresas como Apple, Microsoft, Google, Yahoo, Aol, Facebook, Twitter e LinkedIn juntaram suas forças e pesos mundiais para criar uma carta aberta dirigida diretamente ao presidente norte-americano, Barack Obama.
O documento pede que os conceitos da Agência Nacional de Segurança (NSA) sejam revistos, pois os princípios éticos do congresso americano não estão agradando as empresas que prezam pela privacidade dos internautas.
Uma página na internet também foi criada pelas companhias, com o endereço reformgovernmentsurveillance.com, onde todas as reivindicações são expostas publicamente.
A carta rejeita integralmente as práticas estabelecidas pelo governo dos Estados Unidos, que seriam diretamente prejudiciais ao usuários comuns da internet. A questão que envolve a liberdade e o direito à privacidade são repetidos e salientados inúmeras vezes pelo texto, que afirma: “O equilíbrio entre segurança e privacidade foi desfeito, em muitos países, a favor do Estado e em detrimento dos direitos dos indivíduos”, citando a própria Constituição norte-americana.

