Sem sombra de dúvidas, "Coringa" foi um filme que marcou milhões de pessoas ao redor do mundo em 2019. Muitos já esperavam que o longa-metragem, dirigido por Todd Philipps e estrelado por Joaquin Phoenix, chegasse com alta qualidade nas telas de cinema, e não foi diferente do previsto.
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Em novembro, um mês após a estreia, "Coringa" já havia atingido a marca de US$ 1 bilhão na bilheteria mundial, e em dezembro superou "Batman Vs. Superman: A Origem da Justiça", que havia arrecadado US$ 330,3 milhões nas bilheterias norte-americanas em 2016.
Isso tudo, é claro, simboliza o sucesso do filme em números, mas o Globo de Ouro que aconteceu no último domingo (5), serviu para coroar de vez o trabalho, sobretudo no que diz respeito à atuação de Phoenix, que faturou a estatueta na categoria "Melhor Ator em Filme de Drama".
O ator enfrentava ninguém menos que Christian Bale (“Ford v Ferrari”), Antonio Banderas (“Dor e Glória”), Adam Driver (“História de um Casamento”) e Jonathan Pryce (“Dois Papas”), mas através do seu discurso, após ser anunciado como o vencedor, garantiu que não enxerga a premiação como uma competição entre os artistas.
"Todos nós sabemos que não há nenhuma competição. Eu sou um aluno de vocês. Eu não acredito no trabalho lindo, singular e impactante que vocês fizeram, me sinto realmente honrado de ser indicado com vocês", disse Phoenix, também abrindo espaço para falar sobre a grave situação de incêndios na Austrália e para agradecer a paciência de Todd Philipps, que perdeu a estatueta de Melhor Diretor de Filmes para Sam Mendes ("1917").
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