Disney rebate processo judicial de Scarlett Johansson sobre 'Viúva Negra'; Entenda

A Disney considerou o processo da atriz um 'desrespeito cruel pelos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de Covid-19'
A Disney considerou o processo da atriz um 'desrespeito cruel pelos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de Covid-19'
Marcos Henderson
PorMarcos Henderson

A estrela de "Viúva Negra", Scarlett Johansson, processou a Walt Disney Company na última quinta-feira (29), alegando que a empresa violou seu contrato ao oferecer o filme em sua rede de streaming simultaneamente à exibição nos cinemas. Em resposta, a Disney afirmou que "não havia mérito" na ação, dizendo que cumpriu o contrato e ainda aumentou a potencialidade de receita líquida da atriz. 

De acordo com a Disney, o lançamento do filme no Disney+ "aumentou significativamente a capacidade dela [Johansson] de ganhar uma compensação adicional além dos US$ 20 milhões que ela recebeu até o momento". 

Apresentada no Tribunal Superior de Los Angeles, a reclamação de Scarlett Johansson argumenta que a estratégia de lançamento duplo de "Viúva Negra" havia reduzido sua remuneração, baseada em uma receita de bilheteria que deveria ser exclusiva nos cinemas. 

O longa-metragem pertencente ao Universo Cinematográfico Marvel (MCU) estreou em 9 de julho nos cinemas e por US$ 30 no serviço Disney+, um padrão híbrido que já havia sido testado com outros filmes e, para o público, não foi surpresa. A ação da atriz afirma que a Disney queria direcionar o público para o Disney+, "onde poderia manter as receitas para si e ao mesmo tempo aumentar a base de assinantes do Disney+, uma forma comprovada de aumentar o preço das ações da Disney".

O processo busca danos não especificados a serem determinados no julgamento, e o resultado pode ter amplas ramificações em Hollywood, à medida que as empresas de mídia tentam construir seus serviços de streaming, oferecendo programação premium para atrair assinantes.

Ainda no comunicado de resposta, a Disney lamenta a existência do processo judicial, considerada pela empresa "especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel pelos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de Covid-19".

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