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Eugênio dribla a amargura e fornece esperança em Pantanal

O personagem de Almir Sater consegue tranquilizar os personagens em seus piores momentos

Marcos Henderson
Atualizado há mais de 4 anos
Eugênio dribla a amargura e fornece esperança em Pantanal
Eugênio fornece conselhos valiosos em Pantanal. Foto: Reprodução/Globo

Eugênio (Almir Sater) aparece como uma figura tranquilizadora de extrema importância em Pantanal, fazendo parte das travessias dos personagens pelo rio e driblando a amargura para fornecer doses extras de esperança no folhetim, que carrega em sua história uma série de críticas à ganância do homem e às consequentes tragédias geradas com a necessidade de acumular riquezas. 

Um dos principais exemplos pôde ser visto na cena passada em que Gil (Enrique Diaz) e Maria (Juliana Paes) desembarcaram na região "comandada" por José Leôncio (Renato Góes). Na ocasião, Eugênio não titubeou antes de leva-los para um lugar mais longe do que estava encarregado, e ainda recusou o dinheiro oferecido por Gil, que ainda tentou várias vezes entregar o valor nas mãos do personagem de Sater, que não quis conversa.

Gil e Eugênio ficaram próximos na novela. Foto: Reprodução/Globo
Gil e Eugênio ficaram próximos na novela. Foto: Reprodução/Globo
Gil e Eugênio ficaram próximos na novela. Foto: Reprodução/Globo

As aparições de Eugênio são sempre enigmáticas, reproduzindo as velhas tradições presentes em contos, filmes ou até jogos, do transportador contador de histórias, que injeta ânimo em protagonistas que estão quase sendo engolidos pela amargura. 

Até José Leôncio fica cada vez mais dominado pela angústia, sobretudo após o sumiço repentino do pai e, futuramente, nos problemas gerados com o casamento irracional com Madeleine (Bruna Linzmeyer), o surgimento de um novo filho e fatores cada vez mais determinantes para sua personalidade cascuda na segunda fase da novela. Sem dúvidas, Eugênio é uma figura de extrema importância na contextualização da trama de Pantanal.

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