Zinedine Zidane, um dos maiores ídolos da história do futebol, desponta como o nome definitivo para assumir o comando técnico da França após o atual ciclo de competições. A expectativa é que o ex-camisa 10 suceda o atual treinador logo após o próximo grande torneio mundial, consolidando um desejo antigo tanto da torcida quanto do próprio ex-jogador.
O longo período afastado dos bancos
O craque francês não dirige uma equipe profissional desde maio de 2021, quando encerrou sua segunda e vitoriosa passagem pelo Real Madrid. O motivo para este hiato de quase cinco anos é bastante específico: a própria seleção nacional. Ao longo dos últimos anos, o técnico recusou diversas investidas de clubes do alto escalão europeu e propostas milionárias de outras ligas.
Afastado por escolha própria, ele optou por ser extremamente seletivo, aguardando pacientemente pelo projeto que considera ser o ápice de sua carreira na beira do gramado. O objetivo sempre foi claro e o ex-meia preservou sua imagem exclusivamente para a oportunidade de liderar seu país.
A era vitoriosa de Deschamps
A aguardada sucessão envolve substituir Didier Deschamps, profissional que construiu uma era de estabilidade e títulos à frente do elenco principal, levando o time ao protagonismo global de forma consistente. Desde que assumiu a equipe, Deschamps colecionou conquistas expressivas como treinador, com destaque para:
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O cobiçado título da Copa do Mundo de 2018, disputada na Rússia;
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O troféu da Liga das Nações da UEFA, na temporada 2020/21.
Com o término do próximo ciclo mundial se aproximando, a transição de comando já é tratada nos bastidores como um movimento natural. A chegada de Zidane promete marcar o início de uma nova fase tática e motivacional para a atual geração de talentos do futebol francês.







