A FIFA retirou da Copa do Mundo de 2026 o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, depois que os Estados Unidos negaram a entrada dele no país. A informação foi confirmada por veículos como o g1 e a BBC, que citaram fontes ligadas à entidade máxima do futebol.
Segundo as reportagens, Artan fazia parte do quadro de arbitragem selecionado para o Mundial, mas teve o visto recusado pelas autoridades norte-americanas. Como a Copa será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, a impossibilidade de entrar em território americano inviabilizou sua participação no torneio.
O problema aconteceu durante o processo de entrada no país, e as autoridades norte-americanas impediram o desembarque do árbitro. A FIFA não detalhou publicamente os motivos da recusa do visto, e o governo dos EUA também não comentou o caso, seguindo a prática de não divulgar informações sobre processos individuais de imigração. Diante da situação, a entidade optou por substituir o árbitro na lista oficial da competição.
O episódio ganhou repercussão porque Omar Artan vinha sendo tratado como um dos principais nomes da arbitragem africana. Em 2025, ele foi eleito o melhor árbitro da África pela Confederação Africana de Futebol (CAF), reconhecimento que aumentou sua projeção internacional e reforçou a expectativa de vê-lo atuar em jogos importantes da Copa.
Além do impacto esportivo, o caso reacendeu discussões sobre as dificuldades enfrentadas por profissionais de alguns países africanos para obter vistos internacionais, especialmente em grandes eventos realizados em nações com regras migratórias mais rígidas.
O árbitro já está na Somália, e foi recebido com festa pelos seus conterrâneos!
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