Após um estupro em uma escola no oeste da França, policiais e autoridades locais exigiram que todos os estudantes e funcionários do sexo masculino, ao todo 527 homens, fizessem um teste de DNA a fim de identificar o suspeito do crime, cometido dentro da instituição em 2013.
Os exames coletivos de DNA começaram nesta segunda-feira (14) na cidade de La Rochelle. A procuradora que cuida do caso, Isabelle Pagenelle, disse que até agora ninguém se recusou em fazer os exames. Ela havia avisado que quem se esquivasse de fornecer o material seria classificado como suspeito e poderia ser levado sob custódia.
Os testes nos 475 estudantes adolescentes, 31 professores e 21 funcionários da escola Fenelon-Notre Dame, uma instituição católica, podem durar por mais dois dias, até a quarta-feira (16) . Paganelle ainda afirmou que os investigadores já haviam esgotado todos os suspeitos de ligação com o crime, que ocorreu em 30 de setembro do ano passado em um banheiro escuro da instituição, e por isso apelou para esse recurso.
"Achamos que há uma forte probabilidade de que seja alguém de dentro da escola, ou que alguém da instituição sabe muito bem que é", disse a promotora.






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