Bolsonaro tem febre, suspeita de Covid-19 e passa por exames; Resultado deve sair ao meio dia

Apresentando febre de 38°C, informações apontam que o presidente já está tomando hidroxicloroquina e azitromicina de forma preventiva, embora nenhum dos medicamentos tenha comprovação científica contra o coronavírus.
Apresentando febre de 38°C, informações apontam que o presidente já está tomando hidroxicloroquina e azitromicina de forma preventiva, embora nenhum dos medicamentos tenha comprovação científica contra o coronavírus.
PorCarol Souza07/07/2020 09h51

Ainda no final da tarde desta segunda-feira (06) o presidente Jair Bolsonaro informou, durante sua habitual aparição aos apoiadores, que depois de apresentar febre de 38ºC e sintomas da Covid-19, passou por novos exames para detectar se está, ou não, infectado. A previsão, conforme informações, é que o resultado do teste saia nesta terça-feira (07), ao meio-dia.

À CNN Brasil foi informado que mesmo sem comprovação científica e sem um resultado para o teste, Bolsonaro já está tomando hidroxicloroquina e azitromicina de maneira preventiva.

Ao retornar do Hospital das Forças Armadas, Bolsonaro parou em frente ao Palácio da Alvorada e falou aos jornalistas e apoiadores que além exame para a covid-19, fez uma ressonância magnética dos pulmões. De acordo com o chefe do Executivo, os níveis de oxigenação do sangue estão em 96% e "está tudo bem".

"Eu vim do hospital agora, fiz uma chapa do pulmão, tá limpo o pulmão, tá certo? Vou fazer o exame do covid agora, mas está tudo bem", disse. Apesar de falar aos apoiadores, como de costume, desta vez Bolsonaro evitou maior proximidade dizendo que não chegaria "muito perto", e que esta era uma "recomendação para todo mundo". Entretanto, a pedido de apoiadores, antes de se retirar posou para fotos.

Vale lembrar que apesar do "histórico de atleta" a que se referiu em pronunciamento nacional meses atrás, Bolsonaro pode ser considerado um integrante do grupo de risco devido a sua idade. Aos 65 anos, Bolsonaro pode estar incluso no grupo de pessoas que apresenta risco maior de desenvolver forma grave da doença.

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Sobre o autorCarol Souza
Amante do cinema, dos livros e apaixonadíssima pelo bom e velho rock n'roll. Amo escrever e escrevo sobre o que amo. Ativista da causa feminista e bebedora de café profissional. Instagram: @barbooosa.carol