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Ronaldinho Gaúcho é detido no Paraguai ao utilizar documento falso

·Atualizado há quase 5 anos
Ronaldinho Gaúcho é detido no Paraguai ao utilizar documento falso
O ídolo Ronaldinho Gaúcho, juntamente com seu irmão, Roberto Assis, irão comparecer ao Ministério Público paraguaio

O ex-jogador brasileiro Ronaldinho Gaúcho foi detido na noite de quarta-feira (4), em uma batida policial, após a denúncia do Departamento de Identificações do Paraguai por utilizar documentos falsificados para entrar no Paraguai e se hospedar em um hotel em San Lorenzo, nos arredores da capital do país, Assunção.

Apesar do país dispensar visto e passaporte para a entrada, graças ao acordo do Mercosul, sendo necessário somente apresentar a carteira de identidade brasileira, o ex-jogador apresentou um documento falsificado, uma carteira de identidade Paraguaia. Ele está acompanhado de seu irmão e empresário, Roberto Assis, que também portava o documento paraguaio falso.

A viagem dos irmãos foi organizada para que Ronaldinho Gaúcho participasse de um evento beneficente no país vizinho, a convite de Nelson Belotti, empresário brasileiro e dono do cassino Il Palazzo, que fica próximo a Assunção. Os dois foram apreendidos no Hotel Resort Yacht y Golf Club Paraguayo e tiveram a detenção confirmada pelo ministro do Interior do Paraguai Euclides Acevedo, que disse: “Vamos fazer cumprir a lei. Temos a informação de que ele tem documentação adulterada”. A detenção ocorreu no local, onde passaram a noite à disposição dos policiais, e hoje (5) irão comparecer ao Ministério Público paraguaio. MP decidirá se denuncia ou não os brasileiros.

Em sua defesa, Ronaldinho e Assis, alegam que, além do convite feito para visitar o país, foram contatados por uma entidade chamada “Fraternidade Angelical”, para a participação de uma série de eventos e que teriam recebido o passaporte paraguaio como um “presente”, assim que deixaram o avião. Juntamente com eles, o empresário brasileiro Wilmondes Lira também foi preso por ser o suposto responsável por providenciar a documentação adulterada aos irmãos. 

No passado, em 2015, o ex-jogador teve seus passaportes brasileiro e espanhol confiscados após problemas judiciais. Mas, de acordo com o advogado de Ronaldinho, os documentos foram liberados "desde setembro/outubro" do ano passado, causando estranheza ao fato ocorrido.

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