As novelas bíblicas da Record ficaram conhecidas por suas grandiosidades, seja no roteiro, no elenco ou nos efeitos especiais dignos de Hollywood. “Os Dez Mandamentos” superou todas as expectativas e impressionou o público com as cenas das pragas e principalmente a abertura do Mar por Moisés (Guilherme Winter). Não poderia ser diferente em “A Terra Prometida”, que vai caprichar na sequencia de guerra entre os israelitas liderados por Josué (Sidney Sampaio) e os cananeus de Jerusalém. Dois milagres vão deixar os hebreus em vantagem sobre seus inimigos.
A guerra finalmente estoura, mas a situação começa desfavorável para o povo de Israel, principalmente o líder, que se depara com o pior quadro possível. Diante de si está Adonizedeque (Mário Frias), contudo, amarrada, Aruna (Thaís Melchior) é posicionada como escudo humano na frente do rei. Além de ser obrigada a protegê-lo de possíveis ataques, a presença da jovem desestabiliza o comandante das tropas hebreias, seu esposo. Com receio de machucar sua amada, Josué se vê limitado e não consegue atingir seu adversário.
Mas o jogo muda quando Deus resolve intervir a favor de seus filhos e providencia dois grandes milagres. O céu muda de cor, a tensão toma conta do campo de batalha. As nuvens se movimentam de forma diferente, de repente pedras em chamas começam a cair delas diretamente sobre o exército do soberano de Jerusalém. A chuva de pedregulhos em brasa deixa os cananeus assustados, enquanto isso, os hebreus comemoram e se emocionam diante do poder do Senhor. Mas isso é só o começo. Josué e seus homens passam a perseguir os inimigos e não tardam a perceber que o sol está parado, o tempo não flui, o que dá mais confiança aos hebreus e ódio no coração de Adonizedeque, que não sabe como reagir diante de tais circunstâncias inacreditáveis.











