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Coronavírus: Laboratório chinês obtém sucesso em teste de vacina em macacos, diz agência

Marcos Henderson
Atualizado há quase 5 anos
Coronavírus: Laboratório chinês obtém sucesso em teste de vacina em macacos, diz agência
Grupo de 8 macacos Rhesus resistiu à doença após aplicação da dose experimental.

A Organização Mundial da Saúde já havia mencionado a existência de 76 pesquisas de vacina contra o novo coronavírus em andamento ao redor do mundo, e de acordo com a agência de notícias France Presse, o laboratório chinês Sinovac Biotech acaba de obter sucesso em experimento realizado nesta sexta-feira (24), com vacina experimental testada em um grupo de oito macacos Rhesus, que após receberem a dose da vacina, foram artificialmente contaminados pelo vírus.

De acordo com a publicação da France Presse, o laboratório informou que "os quatro macacos que receberam a vacina em alta dose não tinham vestígios do vírus nos pulmões sete dias após a contaminação", e os outros quatro que receberam doses mais baixas da vacina conseguiram resistir à doença, mas apresentaram carga viral superior no corpo.

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Na última quinta-feira (23), o Reino Unido deu início ao teste em humanos de uma vacina promissora contra a Covid-19, que, a propósito, já está sendo preparada para a iminente fabricação em larga escala pelos pesquisadores da Universidade de Oxford, diante de um investimento multimilionário do governo britânico e do Imperial College, somando um patrocínio de 42,5 milhões de euros. Se tudo der certo nos testes em humanos, o secretário de saúde do Reino Unido, Matt Hancock, já deixou claro que fará o possível para começar a disponibilizar as vacinas para a população local a partir de setembro. 

Enquanto isso, nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump sugeriu, em entrevista coletiva realizada na última quinta-feira (23), que a injeção de desinfetante poderia ser uma saída contra o coronavírus, e gerou repúdio global de cientistas e especialistas na área da saúde. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro trava batalhas históricas com ministros, e após garantir a saída de Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde, recebeu o pedido de demissão de Sergio Moro nesta sexta-feira (24) após exonerar Maurício Valeixo do cargo de diretor-geral da Polícia Federal. 

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