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Eduardo Bolsonaro cita 'cristofobia' após incêndios de igrejas no Chile

·Atualizado há quase 5 anos
Eduardo Bolsonaro cita 'cristofobia' após incêndios de igrejas no Chile
O aniversário de um ano do início dos protestos por igualdade social no Chile foi marcado por grandes confrontos com a polícia

O último domingo (18) foi marcado por uma manifestação intensa em Santiago, no Chile, para marcar o aniversário de um ano do início dos protestos por igualdade social no país. O que era para ser um evento pacífico, no entanto, acabou se transformando em um palco de guerra, começando com registros de confrontos entre torcedores dos clubes Colo Colo e Universidad de Chile, e depois entre manifestantes encapuzados e policiais. 

Entre os resultados dos protestos, duas igrejas foram incendiadas: a Igreja da Assunção e a Igreja Institucional dos Caribeneros. A última, bastante frequentada pelos policiais, conseguiu salvar boa parte da estrutura graças à rápida ação dos bombeiros, que não conseguiram evitar o incêndio total da primeira, que aparece em vídeos sendo completamente destruída pelas chamas. Assista:

O ato do último domingo marcou o aniversário do início dos protestos que exigem igualdade social no Chile, e reunia milhares de manifestantes que gritavam pacificamente a favor de mudanças que trouxessem melhorias na qualidade de vida dos cidadãos e uma justiça maior para as classes marginalizadas, mas ações repentinas de manifestantes encapuzados deram início a confrontos que acabaram modificando o rumo do evento.

Igrejas foram invadidas e incendiadas por manifestantes
Igrejas foram invadidas e incendiadas por manifestantes
Igrejas foram invadidas e incendiadas por manifestantes

Para o deputado federal Eduardo Bolsonaro, coube defender o discurso do pai na ONU, quando falou sobre "cristofobia". "O Presidente Jair Bolsonaro está certo ao falar em CRISTOFOBIA. Alguma dúvida de quanto o comunismo odeia a fé Cristã?", disse o filho do presidente, ao publicar um vídeo que mostrava a destruição da Igreja da Assunção. 

Os manifestantes pedem uma nova Constituição desde os protestos de 2019, e o evento de ontem aconteceu uma semana antes do plebiscito que decide pela mudança ou não da Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet. 

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