A situação na Venezuela atinge níveis dramáticos após os violentos tremores que assolaram o país recentemente. O balanço oficial dos terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 subiu drasticamente para 4.333 mortos e mais de 16 mil feridos, consolidando esta como uma das maiores catástrofes recentes da América Latina.
Atualmente, cerca de 17 mil pessoas continuam desabrigadas, sobrevivendo em abrigos públicos improvisados e severamente superlotados. Esse cenário caótico fez com que a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitisse um alerta urgente sobre o risco iminente de surtos de doenças graves, como cólera e infecções respiratórias agudas, devido à escassez extrema de saneamento básico e água potável. A crise humanitária se aprofunda a cada hora, desafiando a capacidade de resposta das autoridades locais e das agências internacionais que tentam enviar suprimentos médicos.
Em meio ao rastro de destruição, as equipes de resgate brasileiras, que atuaram incansavelmente no apoio às buscas por sobreviventes e na recuperação de corpos sob os escombros, retornaram ao Brasil após a conclusão de sua missão humanitária na região afetada.
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